terça-feira, 17 de março de 2015

BABYLON (BABILÔNIA)



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Apocalipse
18.1   Depois destas coisas, vi descer do céu outro anjo, que tinha grande autoridade, e a terra se iluminou com a sua glória.
 18.2   Então, exclamou com potente voz, dizendo: Caiu! Caiu a grande Babilônia e se tornou morada de demônios, covil de toda espécie de espírito imundo e esconderijo de todo gênero de ave imunda e detestável,
 18.3   pois todas as nações têm bebido do vinho do furor da sua prostituição. Com ela se prostituíram os reis da terra. Também os mercadores da terra se enriqueceram à custa da sua luxúria.
 18.4   Ouvi outra voz do céu, dizendo: Retirai-vos dela, povo meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos;
 18.5   porque os seus pecados se acumularam até ao céu, e Deus se lembrou dos atos iníquos que ela praticou.
 18.6   Dai-lhe em retribuição como também ela retribuiu, pagai-lhe em dobro segundo as suas obras e, no cálice em que ela misturou bebidas, misturai dobrado para ela.
 18.7   O quanto a si mesma se glorificou e viveu em luxúria, dai-lhe em igual medida tormento e pranto, porque diz consigo mesma: Estou sentada como rainha. Viúva, não sou. Pranto, nunca hei de ver!
 18.8   Por isso, em um só dia, sobrevirão os seus flagelos: morte, pranto e fome; e será consumida no fogo, porque poderoso é o Senhor Deus, que a julgou.
 18.9   Ora, chorarão e se lamentarão sobre ela os reis da terra, que com ela se prostituíram e viveram em luxúria, quando virem a fumaceira do seu incêndio,
 18.10   e, conservando-se de longe, pelo medo do seu tormento, dizem: Ai! Ai! Tu, grande cidade, Babilônia, tu, poderosa cidade! Pois, em uma só hora, chegou o teu juízo.
 18.11   E, sobre ela, choram e pranteiam os mercadores da terra, porque já ninguém compra a sua mercadoria,
 18.12   mercadoria de ouro, de prata, de pedras preciosas, de pérolas, de linho finíssimo, de púrpura, de seda, de escarlata; e toda espécie de madeira odorífera, todo gênero de objeto de marfim, toda qualidade de móvel de madeira preciosíssima, de bronze, de ferro e de mármore;
 18.13   e canela de cheiro, especiarias, incenso, ungüento, bálsamo, vinho, azeite, flor de farinha, trigo, gado e ovelhas; e de cavalos, de carros, de escravos e até almas humanas.
 18.14   O fruto sazonado, que a tua alma tanto apeteceu, se apartou de ti, e para ti se extinguiu tudo o que é delicado e esplêndido, e nunca jamais serão achados.
 18.15   Os mercadores destas coisas, que, por meio dela, se enriqueceram, conservar-se-ão de longe, pelo medo do seu tormento, chorando e pranteando,
 18.16   dizendo: Ai! Ai da grande cidade, que estava vestida de linho finíssimo, de púrpura, e de escarlata, adornada de ouro, e de pedras preciosas, e de pérolas,
 18.17   porque, em uma só hora, ficou devastada tamanha riqueza! E todo piloto, e todo aquele que navega livremente, e marinheiros, e quantos labutam no mar conservaram-se de longe.
 18.18   Então, vendo a fumaceira do seu incêndio, gritavam: Que cidade se compara à grande cidade?
 18.19   Lançaram pó sobre a cabeça e, chorando e pranteando, gritavam: Ai! Ai da grande cidade, na qual se enriqueceram todos os que possuíam navios no mar, à custa da sua opulência, porque, em uma só hora, foi devastada!
 18.20   Exultai sobre ela, ó céus, e vós, santos, apóstolos e profetas, porque Deus contra ela julgou a vossa causa.
 18.21   Então, um anjo forte levantou uma pedra como grande pedra de moinho e arrojou-a para dentro do mar, dizendo: Assim, com ímpeto, será arrojada Babilônia, a grande cidade, e nunca jamais será achada.
 18.22   E voz de harpistas, de músicos, de tocadores de flautas e de clarins jamais em ti se ouvirá, nem artífice algum de qualquer arte jamais em ti se achará, e nunca jamais em ti se ouvirá o ruído de pedra de moinho.
 18.23   Também jamais em ti brilhará luz de candeia; nem voz de noivo ou de noiva jamais em ti se ouvirá, pois os teus mercadores foram os grandes da terra, porque todas as nações foram seduzidas pela tua feitiçaria.
 18.24   E nela se achou sangue de profetas, de santos e de todos os que foram mortos sobre a terra.



Revalation: CHAPTER 18
1 AND after these things I saw another angel come down
from heaven, having great power; and the earth was
lightened with his glory.
2 And he cried mightily with a strong voice, saying,
Babylon the great is fallen, is fallen, and is become the
habitation of devils, and the hold of every foul spirit, and a
cage of every unclean and hateful bird.
3 For all nations have drunk of the wine of the wrath of her
fornication, and the kings of the earth have committed
fornication with her, and the merchants of the earth are
waxed rich through the abundance of her delicacies.
4 And I heard another voice from heaven, saying, Come out
of her, my people, that ye be not partakers of her sins, and
that ye receive not of her plagues.
5 For her sins have reached unto heaven, and God hath
remembered her iniquities.
6 Reward her even as she rewarded you, and double unto
her double according to her works: in the cup which she
hath filled fill to her double.
7 How much she hath glorified herself, and lived
deliciously, so much torment and sorrow give her: for she
saith in her heart, I sit a queen, and am no widow, and shall
see no sorrow.
8 Therefore shall her plagues come in one day, death, and
mourning, and famine; and she shall be utterly burned with
fire: for strong is the Lord God who judgeth her.
9 And the kings of the earth, who have committed
fornication and lived deliciously with her, shall bewail her,
and lament for her, when they shall see the smoke of her
burning,
10 Standing afar off for the fear of her torment, saying,
Alas, alas, that great city Babylon, that mighty city! for in
one hour is thy judgment come.
11 And the merchants of the earth shall weep and mourn
over her; for no man buyeth their merchandise any more:
12 The merchandise of gold, and silver, and precious
stones, and of pearls, and fine linen, and purple, and silk,
and scarlet, and all thyine wood, and all manner vessels of
ivory, and all manner vessels of most precious wood, and of
brass, and iron, and marble,
13 And cinnamon, and odours, and ointments, and
frankincense, and wine, and oil, and fine flour, and wheat,
and beasts, and sheep, and horses, and chariots, and slaves,
and souls of men.
14 And the fruits that thy soul lusted after are departed from
thee, and all things which were dainty and goodly are
departed from thee, and thou shalt find them no more at all.
15 The merchants of these things, which were made rich by
her, shall stand afar off for the fear of her torment, weeping
and wailing,
16 And saying, Alas, alas, that great city, that was clothed
in fine linen, and purple, and scarlet, and decked with gold,
and precious stones, and pearls!
17 For in one hour so great riches is come to nought. And
every shipmaster, and all the company in ships, and sailors,
and as many as trade by sea, stood afar off,
18 And cried when they saw the smoke of her burning,
saying, What city is like unto this great city!
19 And they cast dust on their heads, and cried, weeping
and wailing, saying, Alas, alas, that great city, wherein
were made rich all that had ships in the sea by reason of her
costliness! for in one hour is she made desolate.
20 Rejoice over her, thou heaven, and ye holy apostles and
prophets; for God hath avenged you on her.
21 And a mighty angel took up a stone like a great
millstone, and cast it into the sea, saying, Thus with
violence shall that great city Babylon be thrown down, and
shall be found no more at all.
22 And the voice of harpers, and musicians, and of pipers,
and trumpeters, shall be heard no more at all in thee; and no
craftsman, of whatsoever craft he be, shall be found any
more in thee; and the sound of a millstone shall be heard no
more at all in thee;
23 And the light of a candle shall shine no more at all in
thee; and the voice of the bridegroom and of the bride shall
be heard no more at all in thee: for thy merchants were the
great men of the earth; for by thy sorceries were all nations
deceived.
24 And in her was found the blood of prophets, and of
saints, and of all that were slain upon the earth.

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