segunda-feira, 16 de março de 2015

NAYAH: A PEQUENA HINDU CONVERTIDA




(NAYAH: THE LITTLE HINDOO CONVERTED)

RELIGIOUS TRACT SOCIETY

A ÍNDIA é uma terra ensolarada, onde muitas colinas fascinantes, e vales, e outras paisagens são vistas. Mas é uma terra de pecado e idolatria. Os Hindus — que é o nome das pessoas que vivem lá — têm mais deuses que poderíamos contar em um dia inteiro. Eles fazem imagens destes deuses — blocos de madeira pintados, feios e grandes. O líder principal é chamado de Brahma. Ele é feito com quatro cabeças e quatro braços. Numa mão ele segura uma página de um livro; na segunda, uma colher. Na terceira, um colar de miçangas; e na quarta, um pequeno jarro d’água. Estes deuses só enchem as mentes das pessoas com terror, pois pensam que eles se deleitam em sangue e crueldade. A adoração a eles guia à prática de muito grande pecado.

Alguns homens e mulheres Cristãos têm ido para esta terra, para que eles possam ensinar estes pagãos a tolice de seus modos, e guiá-los a conhecer o verdadeiro Deus — que é santo, misericordioso, e cheio de amor; e escolas têm sido estabelecidas, nas quais é dito a milhares de crianças sobre o amor do Salvador aos pobres pecadores. Mas eles ouvirão a verdade? Oh sim, há muitos que se tornaram “sábios para a salvação.” Sobre um destes vocês ouvirão agora. Uma pequena garota Hindu, chamada Nayah, veio para a escola. Seus pais tinham dado a ela este nome por causa do deus deles, Nayah, que é esculpido na forma de uma serpente, e para o qual eles oferecem sacrifícios.

Quando Nayah tinha estado na escola por um curto tempo, seus amigos a levaram embora; pois como os Hindus não davam muito valor ao ensino de garotas para ler um livro, eles as retiravam da escola com alguma desculpinha. Depois de pouco tempo eles trouxeram ela novamente, e, então, mais uma vez não a deixaram ser ensinada. Uma terceira vez ela veio para a escola, quando sua mãe disse que a colocaria com as professoras, para viver com elas sempre. Elas poderiam ensiná-la, e alimentá-la e vesti-la, como sua própria filha. A pequena Nayah estava agora muito feliz por viver na casa com suas amáveis amigas, e por elas tê-la ensinado e orado com ela diariamente.

Depois de um tempo foi sabido que Nayah começou a pensar sobre seus pecados, e começou a sentir uma grande preocupação que Jesus poderia ser seu Salvador. Ela tinha aprendido muitos textos decorando, e estava feliz em ser ensinada tantas boas lições. Mas um dia, sua mãe veio removê-la. Ela queria levá-la para longe, nunca novamente retornaria à escola. As professoras falaram bondosamente e sabiamente à mãe, quando ela saiu, deixando sua garotinha ainda com aqueles que desejavam vê-la tornar-se uma Cristã.

Neste tempo uma soma de dinheiro foi enviada à Índia, para a manutenção de uma garota na escola da missão, que seria chamada Maria Devonport. Sessenta crianças na cidade de Devonport, na Inglaterra, concordaram em pagar um pene a cada semana; e este dinheiro, que chegava a ser uma boa soma, foi enviada aos professores na Índia. O nome da estudante seria daquela cidade e por isso o dinheiro foi enviado. A pequena Nayah, agora com treze anos de idade, foi a criança escolhida.

Nayah depois disto, sentiu mais do que antes que ela era uma pecadora, e que necessitava de um novo coração. Ela viu que os ídolos que os seus pais adoravam eram falsos, e não poderia ajudá-la. Mas ela sabia que o Deus de suas professoras ouvia oração, e que todos que O invocassem teria perdão e graça dado a eles. Ela orou a Ele, e foi levada a crer em Jesus como sua única esperança e seu Redentor. Agora ela desejava ser chamada de Cristã, e ser batizada.

As missionárias disseram a ela para esperar, para que pudesse ser visto se ela era verdadeiramente uma crente. Quatro meses se passaram, e, então, foi concordado que ela pudesse ser batizada. Este foi um dia solene quando os Hindus vieram ao redor da casa, porque ela estava indo reconhecer a si mesma como alguém do povo de Cristo. Lá estava sua mãe, que chorou por ela, pois pensava que ela era agora uma criança perdida; e outros estavam cheios de ira contra ela. Mas ela estava calma e feliz. Ela amava sua mãe, e a teria obedecido ela em quase tudo; mas ela sabia que devia primeiro obedecer ao seu Senhor, e reconhecer Seu nome diante de todos os homens.

A piedosa garota deste tempo em diante seguiu o seu caminho, amando a Deus, e guardando as Suas leis. Ela está a este tempo sob o cuidado das professoras; e quem não orará para que ela possa servir o Senhor todos os dias sobre a terra, e então ir habitar com Ele na glória?  

Deixemos que os nossos jovens leitores perguntem a si mesmos, se eles têm avistado o Salvador que Maria encontrou?  Eles vivem em uma terra Cristã, e têm frequentemente ouvido este bendito Nome, e da fé em  quem somente eles podem ser salvos; e ainda, pode ser, que eles nunca tenham procurado por misericórdia. Eles podem viver um pouco mais, e não amar a Jesus, que os amou tanto, que Ele morreu por eles na cruz? Deixe-os ouvir a Sua voz amável agora falar a eles: “Eu amo os que me amam, e os que de madrugada me buscam me acharão.”

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