segunda-feira, 2 de março de 2015

READING PSALMS (KING JAMES VERSION/ALMEIDA REVISTA E CORRIGIDA)


 PSALM 141
A Psalm of David.

1 LORD, I cry unto thee: make haste unto me; give ear unto
my voice, when I cry unto thee.

2 Let my prayer be set forth before thee as incense; and the
lifting up of my hands as the evening sacrifice.

3 Set a watch, O LORD, before my mouth; keep the door of
my lips.

4 Incline not my heart to any evil thing, to practise wicked
works with men that work iniquity: and let me not eat of
their dainties.

5 Let the righteous smite me; it shall be a kindness: and let
him reprove me; it shall be an excellent oil, which shall not
break my head: for yet my prayer also shall be in their
calamities.

6 When their judges are overthrown in stony places, they
shall hear my words; for they are sweet.

7 Our bones are scattered at the grave’s mouth, as when one
cutteth and cleaveth wood upon the earth.

8 But mine eyes are unto thee, O GOD the Lord: in thee is
my trust; leave not my soul destitute.

9 Keep me from the snares which they have laid for me, and
the gins of the workers of iniquity.

10 Let the wicked fall into their own nets, whilst that I
withal escape.

Salmos 141.1   SENHOR, a ti clamo! Escuta-me! Inclina os teus ouvidos à minha voz, quando a ti clamar.

141.2   Suba a minha oração perante a tua face como incenso, e seja o levantar das minhas mãos como o sacrifício da tarde.

141.3   Põe, ó SENHOR, uma guarda à minha boca; guarda a porta dos meus lábios.

141.4   Não inclines o meu coração para o mal, nem para se ocupar de coisas más com aqueles que praticam a iniquidade; e não coma eu das suas delícias.

141.5   Fira-me o justo, será isso uma benignidade; e repreenda-me, será um excelente óleo, que a minha cabeça não rejeitará; porque continuarei a orar a despeito das maldades deles.

141.6   Quando os seus juízes forem arremessados da rocha, ouvirão as minhas palavras, pois são agradáveis.

141.7   Como quando alguém lavra e sulca a terra, são os nossos ossos espalhados à boca da sepultura.

141.8   Mas os meus olhos te contemplam, ó Deus, SENHOR; em ti confio; não desampares a minha alma.

141.9   Guarda-me dos laços que me armaram; e dos laços corrediços dos que praticam a iniquidade.

141.10   Caiam os ímpios nas suas próprias redes, até que eu tenha escapado inteiramente.

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