segunda-feira, 13 de abril de 2015

Muitas pessoas pensam que sua religião os salvará



Muitas pessoas pensam que sua religião os salvará. 

"Madame, como vai a sua alma?, inquiriu um nobre inglês à Madame Chorkoff da Rússia.

"Senhor", replicou a indignada condessa, "esse é um assunto que diz respeito ao meu confessor e Deus".

Não era ela membro da Igreja Grega Ortodoxa? Não pagara ela grandes somas de dinheiro para o seu sustento? Não cria ela em todas as doutrinas, bem como as praticava? Não era ela fiel na frequência aos seus serviços religiosos? Por que, então, deveria ela preocupar-se? Não era assunto dela; cabia à Igreja resolver por ela.

Sim, meu amigo, é possível que estejas depositando tua confiança no fato de seres afiliado a alguma Igreja. Mas, eu quero dizer-te que religião não pode salvar-te. Nenhuma religião: Protestante, Católica Romana, Judaica, Ortodoxa Grega, Cóptica, Maometana, Budista, Confuncionista, ou qualquer outra, pode salvar tua alma. Somente Jesus Cristo pode fazer isso.

Poderás unir-te a quantas igrejas quiseres e ainda estarás perdido. A Igreja não salva. Salvação só em Cristo.

A religião não pode conceder vida, e precisas receber uma nova vida para que sejas salvo.

Nicodemos era religioso, mas não estava salvo. Jesus, por isso, disse a ele: "Você precisa nascer de novo". O fariseu era religioso, mas não estava salvo (Lucas 7:36-50).

Cornélio era devotamente religioso. Temia a Deus, dava esmolas, orava, jejuava, tinha reputação e, contudo, ele também estava perdido e tinha que ser salvo. (Atos 10:22).

Paulo era possivelmente o homem mais religioso dos seus dias. Sua religião datava de sua infância. Ele se referiu a si mesmo como zeloso por Deus. Tinha sido circuncidado e tinha guardado a lei imaculadamente. E, contudo, era um pecador aos olhos de Deus. Estava perdido embora ainda não o soubesse. Ele também tinha que ser salvo, pois não tinha a justiça de Deus. Era religioso, sim, um pecador religioso. Ele se chamou a si mesmo o principal dos pecadores.

Bem, agora, meu amigo, se a religião não podia salvar a Paulo, nem a Cornélio, ou a Nicodemos ou ao Fariseu, como então irá ela salvar-te?

Já ouviste de alguém tão religioso como João Wesley, o fundador do Metodismo? Ele era ministro da Igreja da Inglaterra e contudo disse que não estava convertido. 
Considerava-se um cristão porque era religioso, porque lia a Bíblia, ia à Igreja, e dizia suas orações. Ele dizia que separava uma ou duas horas por dia para retiro religioso. Tomava a comunhão e orava por santidade interior. Às quartas e sextas-feiras ele jejuava. Tornou-se um missionário entre os índios e pregou-lhes o Evangelho. Mas Wesley não estava salvo. "Quem me converterá? ele exclamava, ô, que confissão! Sua principal razão para tomar-se missionário era, para citar suas próprias palavras, "a esperança de salvar a sua própria alma". Que tragédia! Um clérigo episcopal, devotamente religioso, e, contudo, sem salvação. Wesley depois de uma profunda experiência de salvação tornou-se um grande homem de Deus.

Estás, também, dependendo da tua vida religiosa para a tua salvação? Então estás ancorado em uma falsa esperança. Ainda não conheces a Cristo.

Se a religião pode salvar, então por que foi que Cristo morreu? O calvário era desnecessário se a religião também pudesse salvar. Não, meu amigo, há apenas um SALVADOR, não a religião, mas CRISTO.


 O  PAÍS  QUE EU  MAIS AMO.  
OSWALD J. SMITH
Cruzada Mundial de Literatura, 4.ª edição, 1983

Nenhum comentário:

Postar um comentário