quinta-feira, 28 de maio de 2015

VIVENDO A ORAÇÃO: S. D. GORDON (1859-1936)




Chegando ela, pois, ao homem de Deus, ao monte, pegou nos seus pés; mas chegou Geazi para a retirar; disse porém o homem de Deus: Deixa-a, porque a sua alma nela está triste de amargura, e o SENHOR mo encobriu e não mo manifestou. E disse ela: Pedi eu a meu senhor algum filho? Não disse eu: Não me enganes? E ele disse a Geazi: Cinge os teus lombos, e toma o meu bordão na tua mão, e vai; se encontrares alguém, não o saúdes; e, se alguém te saudar, não lhe respondas; e põe o meu bordão sobre o rosto do menino. Porém disse a mãe do menino: Vive o SENHOR, e vive a tua alma, que não te hei de deixar. Então, ele se levantou e a seguiu. E Geazi passou adiante deles e pôs o bordão sobre o rosto do menino; porém não havia nele voz nem sentido; e voltou a encontrar-se com ele e lhe trouxe aviso, dizendo: Não despertou o menino. E, chegando Eliseu àquela casa, eis que o menino jazia morto sobre a sua cama. Então, entrou ele, e fechou a porta sobre eles ambos, e orou ao SENHOR. E subiu, e deitou-se sobre o menino, e, pondo a sua boca sobre a boca dele, e os seus olhos sobre os olhos dele, e as suas mãos sobre as mãos dele, se estendeu sobre ele; e a carne do menino aqueceu. Depois, voltou, e passeou naquela casa de uma parte para a outra, e tornou a subir, e se estendeu sobre ele; então, o menino espirrou sete vezes e o menino abriu os olhos. Então, chamou a Geazi e disse: Chama essa sunamita. E chamou-a, e veio a ele. E disse ele: Toma o teu filho. E veio ela, e se prostrou a seus pés, e se inclinou à terra; e tomou o seu filho e saiu. 2 Reis 4:27-37.

Quando orar toma conta de tudo o que há em ti, você pode tomar posse de tudo o que você quer através da oração. Mas oração não é dizer palavras religiosas com os olhos fechados e terminar com um amém anexado. Oração real é vida. Ela começa como um ato. Ela aumenta como um hábito, então adentra a uma atitude mental. Então ela se torna sua própria vida. Então o homem torna-se a oração. Tal oração pode ressuscitar o morto, até mesmo agora, na vida real.

THE BENT-KNEE TIME.
S. D. GORDON (1859-1936)
AMERICAN SUNDAY-SCHOOL UNION. PHILADELPHIA, 1918, p. 59.

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