domingo, 21 de junho de 2015

FOME DE AMOR: S. D. GORDON (1859-1936)




E, dali a dois dias, era a Páscoa e a Festa dos Pães Asmos; 
e os principais dos sacerdotes e os escribas buscavam como o prenderiam com dolo e o matariam. Mas eles diziam: 
Não na festa, para que, porventura, se não faça alvoroço entre o povo. E, estando ele em Betânia assentado à mesa, em casa de Simão, o leproso, veio uma mulher que trazia um vaso de alabastro, com unguento de nardo puro, de muito preço, e, quebrando o vaso, lho derramou sobre a cabeça. E alguns houve que em si mesmos se indignaram e disseram: Para que se fez este desperdício de unguento? Porque podia vender-se por mais de trezentos dinheiros e dá-lo aos pobres. E bramavam contra ela. Jesus, porém, disse: Deixai-a, para que a molestais? Ela fez-me boa obra. Porque sempre tendes os pobres convosco e podeis fazer-lhes bem, quando quiserdes; mas a mim nem sempre me tendes. Esta fez o que podia; antecipou-se a ungir o meu corpo para a sepultura. Em verdade vos digo que, em todas as partes do mundo onde este evangelho for pregado, 
também o que ela fez será contado para sua memória.  
Marcos 14:1-9

Jesus é tão grato pelo amor. Somente isto pode satisfazer seu coração. Ele julga a cada um pelas ações do coração. Ele pensa em cada ação nossa, cada parte do serviço, cada dom, pelo quão muito o coração está nele. É a moeda, ou o ato, que está tingido de vermelho com o sangue do coração, que Ele aprecia mais. Pode ser somente um pequeno jarro de unguento, mas sua fragrância enche o seu coração e todo o mundo.

THE BENT-KNEE TIME.
S. D. GORDON (1859-1936).
AMERICAN SUNDAY-SCHOOL UNION. PHILADELPHIA, USA, p. 79.

Nenhum comentário:

Postar um comentário