quarta-feira, 26 de agosto de 2015

UM MAL CHAMADO ORGULHO




     O orgulho vê os erros dos outros, mas jamais se identifica com as fraquezas dele. Quando nosso próximo erra, poderíamos reagir assim: “Muito bem, eu mesmo já cometi essa bobagem”; ou “Entendo o que aconteceu; se não fosse pela graça de Deus eu teria feito o mesmo”.

Em geral, o orgulho não admite o erro nem a responsabilidade pessoal. Quando admite, é para desculpar o erro ou arranjar uma explicação plausível, e não há pesar pelo erro cometido.

O orgulho lança a culpa nos outros, criticando e demonstrando porque estão errados.

O orgulho produz endurecimento, arrogância, autossuficiência e independência doentia.

O orgulho está mais interessado na aceitação aos olhos das pessoas do que em estar em perfeita harmonia com os padrões de Deus.

O orgulho se interessa mais em vencer discussões do que em manter amigos.

O orgulho jamais pronuncia as palavras: “Estou errado. A culpa é minha. Você me perdoa.”

O orgulho gera atitude de exigência. Ressalta o que não foi feito por nós, em vez do que foi feito. Cobiça o passado, ou o futuro, e jamais se satisfaz com o presente.

O orgulho divide. Diz: “Meu” grupo ou “minha” igreja ou denominação contém mais verdade do que as outras.

O orgulho leva a pessoa a julgar as situações conforme o que significam para o homem, e não para Deus. O orgulho não vê da perspectiva divina.

O orgulho faz intrigas, estraçalha índoles, arruína reputações e tem prazer em espalhar boatos sobre fracassos e pecados.

O orgulho põe a culpa em Deus e em outras pessoas quando as coisas vão mal.

O orgulho arranja desculpas para a amargura e o ressentimento.

O orgulho induz à autopiedade, exigindo cada vez mais autocomiseração.

O orgulho afirma que  qualquer pessoa pode atingir um nível tal de espiritualidade, que por fim fica livre do próprio orgulho. Ele põe toda a sua segurança em uma forma grotesca de retidão de si próprio, e não na cruz de Jesus Cristo.

O imensurável amor de Deus. Floyd McClung Jr. 
Editora Vida. São Paulo-SP. 2006, p. 66-67.

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