Georgi Vins (1928-1998), um pastor batista que suportou várias prisões comunistas por causa de sua fé, era filho do pastor batista Peter J. Vins.
Quando seu pai foi levado pela polícia comunista, por causa de sua fé, Georgi Vins, ainda criança, orou: "Jesus! Traz o papai de volta!". Seu pai tinha sido levado pela polícia comunista, por causa de sua fé. Três anos depois, Peter J. Vins foi liberado da prisão comunista, e foi exilado em Biysk, uma pequena cidade nas florestas de Altai.
De volta para casa, Peter J. Vins continuou com suas atividades pastorais, e então a polícia comunista, de novo, bateu na porta da família Vins.
A polícia perguntou por Peter J. Vins, e, portando um mandado de prisão, o levaram novamente para as prisões comunistas.
Além de levar detido Peter J. Vins, a polícia comunista levou embora a Bíblia, um Evangelho, cartas pessoais, e fotografias da família.
Depois da prisão de Peter, o dono da casa onde residia a família Vins, pediu que eles deixassem o local, e, assim a família Vins, por ser cristã, não conseguia encontrar um local para morar, e passou por várias privações.
Nove meses se passaram, e então Peter J. Vins foi liberado da prisão, e pôde retornar para sua família.
Georgi testemunhou sobre o retorno de seu pai: "Eu fiquei cheio de alegria por ver meu pai em casa, mas eu senti que era por um curto tempo." (Doors of Hope, 01 de Fevereiro de 1976, p. 03)
Num julgamento chamado troika (julgamento rápido e às portas fechadas, que como participantes um representante da polícia comunista, um secretário local do partido comunista, e um promotor de justiça), o cristão Peter J. Vins foi condenado, por causa de sua fé, a cumprir uma pena de dez anos em campos de trabalhos forçados, sem direito a enviar cartas para sua família.
Peter J. Vins e outros cristãos nunca retornaram do Arquipélago Gulag.
Enfrentando as cadeias comunistas por causa de sua fé © 2025 by Daiane Firme Cavalcante is licensed under CC BY-NC-ND 4.0
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