domingo, 30 de março de 2014

A PORTA ESTÁ ABERTA (THE DOOR IS OPEN)




Meu filho, a porta está aberta. Você passará por ela pela Minha graça e na Minha força. Nunca calcule as possibilidades de vitória por examinar as suas próprias forças. Eu sou sua Vida, sua Pureza, sua Sabedoria, e sua Força. Você tem construído fé por muitos anos através de um conhecimento de confiança em Minha Palavra. Agora, Eu te digo: Coloque a fé em operação CAMINHANDO no caminho da ação. Somente deste jeito você pode entrar na posse plena de sua herança. Não é para o receoso, este caminho da fé — é para o corajoso... até que a alma se encha de ousadia. 

Mova-se, e confie em Mim enquanto você caminha. Não confie em si mesmo. Não se baseie nas experiências passadas. Não olhe para os amigos a fim de buscar conselho e apoio. Olhe para MIM. É Meu trabalho que Eu estou te pedindo para fazer, então sou Eu que te guiarei e suprirei as suas necessidades. 

Dê-Me a sua submissão, seu amor, e um desejo puro. Eu farei o resto. 1 Coríntios 16:9

FRANCES J. ROBERTS. THE DOOR IS OPEN

In: On the Highroad of Surrender


sábado, 29 de março de 2014

MAIS ESTUDOS SOBRE MORDOMIA CRISTÃ





A DOUTRINA DA MORDOMIA

I - SIGNIFICADO DA PALAVRA

1. Definição

Mordomo é a pessoa incumbida de administrar as propriedades e os bens de outrem. É o administrador, a quem o senhor entrega aquilo que possui, para ser cuidado e desenvolvido. 
Em linguagem bíblica, isso quer dizer não só terras, dinheiro e os bens materiais, de modo geral, mas também o cuidado da esposa e dos filhos, a reputação do Senhor e até sua própria vida. Daí se depreende o que o Senhor espera de nós, ao nos constituir mordomos Seus.

2. Exemplos 
Há dois incidentes bíblicos que nos ajudam a esclarecer os misteres de um mordomo. 
O primeiro encontramos em Eliézer, servo de Abraão. Disse Abraão ao seu mais antigo servo da casa, que governava tudo o que possuía. Gên. 24:2. No caso presente, Eliézer é incumbido de procurar uma esposa para Isaque, o que representava um encargo difícil; sabemos, porém, que ele o fez com grande sabedoria, de modo a alegrar o coração do seu velho senhor. Poderá o Senhor depender de nós, como Abraão do seu mordomo? Lembremo-nos de que a qualidade distinta de Eliézer era seu espírito de oração. Se soubermos dobrar os joelhos perante o Senhor, ele nos ensinará esta arte difícil, mas gloriosa sobre todas, de sermos mordomos seus.
O segundo passo bíblico trata de José. Abramos em Gên. 39:4 e 6, onde lemos que José achou graça aos olhos de Potifar, assistente do rei, e ele o pôs por mordomo de sua casa, e lhe passou às mãos tudo o que tinha... Potifar tudo o que tinha confiou às mãos de José, de maneira que, tendo-o por mordomo, de nada sabia, além do pão cem que se alimentava. Tal pessoa devia, portanto, ser alguém de confiança, capaz de administrar os bens a ela entregues.
II - BASE BÍBLICA DA DOUTRINA 
A Bíblia ensina por preceitos e exemplos que somos mordomos de Deus. Ele nos confiou a administração de bens e poderes que lhe pertencem, e a ele tão-somente. 
As passagens bíblicas abaixo citadas serão suficientes para evidenciar o lugar saliente que a doutrina da mordomia ocupa na Bíblia.
1. O universo pertence a Deus
No princípio criou Deus os céus e a terra. Gên. 1:1
Mas Abrão lhe respondeu: Levanto minha mão ao Senhor, o Deus Altíssimo, o que possui os céus e a terra. Gên. 14:22
Eis que os céus e os céus dos céus são do Senhor Teu Deus, a terra e tudo o que nela há. Deut. 10:14
Ao Senhor pertence a terra e tudo o que nela se contém, o mundo e os que nele habitam. Sal. 24:1
Teus são os céus, Tua a terra; o mundo e a sua plenitude, Tu os fundaste. Sal. 89:11
Depois de haver completado a obra da criação, Deus colocou Adão num jardim aprazível e a ele confiou as coisas criadas. Tomou, pois, o Senhor Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e o guardar. Gên. 2:15
Deus nunca entregou os direitos de propriedade a Adão ou a outro qualquer representante da raça, mas conservou-os para si mesmo, como Criador. Adão era simples mordomo. O homem só poderia ter direito de propriedade sobre aquilo que pudesse criar, entretanto nunca homem algum jamais foi capaz de criar coisa alguma.
2. O homem pertence a Deus
(1) Por direito de criação
Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. Gên. 1:27
Mas agora, assim diz o Senhor, que te criou, ò Jacó, e que te formou, ó Israel: Não temas, parque eu te remi; chamei-te pelo teu nome, tu és meu. Is. 43:1
Eu fiz a terra, e criei nela o homem. Is. 45:12
Eis que todas as almas são minhas; como a alma do pai, também a alma do filho é minha. Ezeq. 18:4
(2) Por direito de preservação
Contudo, não se deixou ficar sem testemunho de si mesmo, fazendo o bem, dando-vos do céu chuvas e estações frutíferas, enchendo os vossos corações de fartura e de alegria. Atos 14:17
Pois Nele vivemos, e nos movemos, e existimos. Atos 17:28
Ele é antes de todas as coisas. Nele tudo subsiste. Col. 1:17
Deus não somente nos criou, ele também nos sustenta na sua providência. Não criou o mundo e o abandonou à sua própria sorte. Pelo contrário, está profundamente interessado em tudo que se passa entre os homens, acompanhando o desenrolar da história e orientando-a para atingir seus propósitos eternos. Não fora um Deus sustentador do Universo e este mundo e a vida humana seriam uma impossibilidade.
(3) Por direito de redenção
Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo. I Cor. 6:20
O qual a Si mesmo se deu por nós, a fim de remir-nos de toda iniquidade, e purificar para Si mesmo um povo exclusivamente Seu, zeloso de boas obras. Tito 2:14
Digno és de tomar o livro e de abrir-lhe os selos, porque foste morto e com o teu sangue compraste para Deus os que procedem de toda tribo, língua, povo e nação. Apoc. 5:9
Fomos criados para glorificar a Deus (Is. 43:7; I Cor. 6:19-20), mas o pecado desviou o homem desse alvo. Era preciso que Deus o restaurasse, libertando-o do pecado, que o separava dele (Is. 59:2). Isso se realizou na pessoa de Jesus Cristo, que se ofereceu como propiciação pelos nossos pecados.
Um menino tinha feito, com muito esforço e capricho, um barquinho a motor. Satisfeito, brincava com ele à beira do rio, quando, de repente, o barquinho, impelido pela correnteza, lhe escapou das mãos. Triste, o garoto voltou para casa, sem esperanças de tornar a ver o barco, que tanto trabalho lhe custara. Qual não foi seu espanto ao ver o barquinho, certo dia, na vitrina de uma das lojas da cidade. Entrou e insistiu que o barco era seu, mas o negociante disse que só lho daria mediante o pagamento do preço estipulado.
O menino voltou ao lar e narrou o incidente ao pai, que lhe forneceu o dinheiro necessário para a compra do barquinho. Célere, dirigiu-se à loja, onde comprou o barco que, de direito, já lhe pertencia. Ao sair, segurando bem firme em seus braços o precioso objeto, exclamou: "Agora você é duas vezes meu: é meu porque foi feito por mim e porque foi comprado por mim." Assim também nós pertencemos a Deus por direito de criação e por direito de redenção. Quando as correntezas do pecado nos afastaram das mãos divinas, e nos achávamos debaixo do domínio de Satanás, Cristo nos comprou pelo preço do seu sangue.
III - VALOR DA DOUTRINA PARA A VIDA CRISTÃ
Talvez não haja outra doutrina capaz de influenciar mais a vida de um crente do que a da mordomia, quando devidamente compreendida e praticada.
1. Antes de tudo, deixará de existir em nossa vida a diferença artificial que, em geral se faz, entre atividades religiosas e seculares. Religião não será mais uma atividade que tome de nós certos dias e horas. Cada minuto de nossa vida será sagrado, porque pertence a Deus. Nosso trabalho deixará de ser uma coisa mecânica e material para ser algo bafejado pela graça dos céus. Estamos cooperando com Deus no desenvolvimento e progresso de um mundo criado e mantido por ele mesmo. Quando Jacó fugia de seu irmão, teve a visão maravilhosa de uma escada, cujo topo tocava os céus, e pôde ver o Senhor no seu trono de glória. Ao despertar do sono, exclamou: Na verdade o Senhor está nesse lugar e eu não o sabia. Gên. 28:16
O mordomo fiel, despertado por uma visão nova e mais ampla, verá Deus e sua mão em lugares e coisas que lhe pareciam despidas de caráter religioso. Não só a Igreja, mas o lar e a oficina de trabalho participam dessa esfera sagrada, porque Deus está em toda parte como criador e preservador. Não haverá mais coisas lícitas aqui e ilícitas acolá, porque
todo o lugar que a planta do nosso pé pisar será terra santa (Êxodo 3:1-5).
2. Ainda, o conceito cristão de mordomia, fará crescer o senso de nossa responsabilidade. Aqui está perante nós um mundo criado por Deus, com tudo quanto nele há, por cujo desenvolvimento somos responsáveis. Aqui estamos nós mesmos, criados à imagem de Deus, e tendo de prestar contas da nossa vida, em toda a riqueza de suas manifestações. Aqui estão almas imortais, sem conhecimento da graça salvadora de Cristo, às quais nos incumbe levar a Boa Nova. Tremendas são as nossas responsabilidades como mordomos de Deus!
3. Cientes da nossa fragilidade e incapacidade para bem desempenhar nossa mordomia, somos levados a depender do Espírito Santo, que Deus faz habitar em nossas almas para conduzir-nos à vida abundante de despenseiros da sua multiforme graça (I Pedro 4:10).
Temos a promessa preciosa de Jesus que nos garante a assistência do Espírito, a fim de nos orientar no bom uso de nossa mordomia. Ele nos esclarece quanto aos nossos deveres cristãos, fortalece-nos para o desempenho da tarefa de cada dia, purifica-nos a fim de que sejamos utensílio para honra, santificado e útil ao seu possuidor, estando preparado para toda boa obra.. II Tim. 2:21. Nenhum mordomo poderá servir com eficiência se não viver uma vida orientada pelo Espírito Divino.
IV - O SUPREMO EXEMPLO
Jesus não só ensina a doutrina da mordomia, como também a ilustra de modo muito claro, e sobremodo inspirador, em sua própria vida. Ele se reconhecia mordomo de Deus, encarregado da tarefa suprema de alcançar a reconciliação da raça humana. Sua vida toda, viveu-a ele
orientada por esse propósito. Seu desejo constante era fazer a vontade daquele a cujo serviço se encontrava na terra.
Como mordomos de Deus não estamos palmilhando uma estrada virgem. Ela já foi percorrida por alguém que é o supremo modelo dos que desejam ser fiéis despenseiros. Ele nos deixou o exemplo, para que sigamos os seus passos (I Pedro 2:21).

Não sou Meu. Walter Kaschel. Editora Betânia .     Venda Nova-MG .7.ª edição. 1975.

sexta-feira, 28 de março de 2014

TOME POSSE DA BÊNÇÃO


  http://www.hasslefreeclipart.com/clipart_food/pastry/bread_loaf.gif


E servireis ao Senhor vosso Deus, e Ele abençoará o vosso pão e a vossa água; e Eu tirarei do meio de vós as enfermidades.

Êxodo 23:25  (Almeida Corrigida Fiel)

ALEGRIA CONSTANTE





Um bom remédio para o descontente — conte as suas bênçãos diariamente. 

Dew Drops Magazine: Volume 37, Number 34. Weekly


DAVID C. COOK PUBLISHING CO., ELGIN, ILLINOIS.

DAVID C. COOK, JR., Managing Editor.
MABELLE M. CARBAUGH, Assistant Editor.
AUGUST 23, 1914.