quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Przyjaźń z Bogiem (Polish)

MENGENAL TUHAN secara pribadi (Indonesian)

Személyesen megismerni Istent (Hungarian)

7 REFLEXÕES DE ANO NOVO: PARTE VI



 
A SUBMISSÃO

      Submeter-nos a Deus é permitir-Lhe o executar o Seu plano e propósitos a nosso respeito. De todos os inumeráveis caminhos que poderíamos seguir na vida, só Ele sabe qual é o melhor. Ele tem poder de colocar os nossos pés nesse caminho e conservá-los nele, e tem amor que nunca cessará de movê-lo a fazer por nós tudo o que está na Sua vontade e no Seu poder. [...].
 


 O HOMEM ESPIRITUAL.
LEWIS SPERRY CHAFER.
Jornal O Estandarte. Ano XXXII, Nº 16, São Paulo, 17 de Abril de 1924, p. 9.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

7 REFLEXÕES DE ANO NOVO: PARTE V




Para além do pão – Earl C. Wolf

    Nada há de mal com o pão. Jesus ensinou Seus discípulos a orar: “O pão nosso de cada dia nos dá hoje” (Mateus 6:11). O Mestre conhecia a necessidade de comida. Sabia o que era essencial para a saúde e sobrevivência. Fez um milagre nas margens do Mar da Galileia para alimentar as multidões (João 6:1-14).

     Ele conhece hoje a nossa necessidade de pão – palavra que simboliza todas as necessidades materiais. Em parte alguma a Bíblia condena os nossos esforços em obter estes recursos para suprir necessidades pessoais.

    Embora Jesus confirmasse a sua importância, também reconheceu a tentação do amor exagerado às coisas materiais. Ele sabia que elas tornam-se muitas vezes o summum bonum, o valor mais importante da vida. Por isso Ele deu, esta ênfase, na tentação do deserto: “Nem só de pão viverá o homem” (Deuteronômio 8:3, Mateus 4:4).

     Muitos neste mundo de opulência vivem só para o pão. Evitemos semelhante tragédia, lembrando-nos que as Escrituras admoestam contra a cobiça (Lucas 12:15) e estimulam a generosidade (Atos 20:33-35). Jesus urgiu o investimento nos tesouros espirituais (Mateus 6:9-12). João, o discípulo amado, lembra que os bens devem ser usados (para servir a Deus e ao próximo) e não somente para as nossas necessidades (I João 3:17-20).

    O pão é essencial. Confiemos em Deus quanto as nossas necessidades pessoais. Colaboremos com Ele em usar as nossas forças e faculdades para as suprir. Além disso, usemos os recursos que possuímos de acordo com os princípios da mordomia cristã.
     Em si, o pão não satisfaz os profundos anseios espirituais do ser humano. Procuremos pão – mas algo mais que pão. Aprendamos mais das coisas do Espírito.

     Estamos envolvidos na luta pelas necessidades da vida – e com razão. Mas a nossa necessidade vai para além do pão. Precisamos de liberdade da opressão deste mundo e, também, da força e da vitória da fé.

      O próprio Jesus que ensinou os discípulos a orar, “O pão nosso de cada dia nos dá hoje,” também os incitou a confiar em Deus quanto às necessidades pessoais. Ele disse: “Vosso Pai Celeste sabe que necessitais de todas elas” (Mateus 6:11, 32). Conservemos em dia os nossos valores, perguntando-nos se a nossa confiança está nas “coisas” ou em Deus.

     Confiemos n’Ele todos os dias quanto às necessidades temporais. Mas façamos mais do que isso. Oremos com o hinólogo:

À beira-mar, Jesus, partiste o pão,
Satisfazendo ali a multidão.
Da vida o pão és Tu; vem, pois, assim,
Satisfazer, Senhor, a mim! a mim!
(Graça e Devoção, 385)

O ARAUTO DA SANTIDADE.
Volume X, Nº 3, 1 de Fevereiro de 1981, p. 14.

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

COME NEAR TO GOD


7 REFLEXÕES DE ANO NOVO: PARTE IV




Cristo é tudo em todos.
Colossenses 3:11

[...]. Tu és meu tudo, gracioso Senhor: o que, então, eu posso querer? Eu não desejo nada mais do que colocar sempre isto na mente, pela voz animadora do Teu Espírito; e viver sobre Ti é minha sabedoria, retidão, santificação, e redenção. Jesus, Tu és meu tudo, minha luz, minha vida, minha comida, meu caminho, meu fim! Eu me regozijo em Ti, e me glorio em Teu nome que é o mais santo e mais abençoado; pois isto é tudo o que eu quero, tudo o que eu desejo, tudo o que eu almejo. Somente Jesus, Jesus sempre, tudo Jesus, a – será o meu lema.  

GOLDEN TREASURY. C. H. V. BOGASTKY.
T. NELSON AND SONS, PATEKNOSTETl ROW. 1877, p. 8.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

7 REFLEXÕES DE ANO NOVO: PARTE III



 
A paixão de Cristo

Ai! Ai! morreu o bom Jesus,
Meu soberano, meu Senhor;
Quis Ele a tudo se entregar,
Por mim tão pobre pecador!

Acaso assim sofreu na cruz
Por culpas mil que eu cometi?
Oh! misericórdia sem igual!
Assim sofreu Jesus por mim.

Bem fez o sol em ocultar
Nas trevas o seu esplendor,
Quando por mãos cruéis morreu
Jesus, do mundo o Redentor!

Oh! vai minha alma lamentar
Tua parte nessa maldição;
Os teus pecados vai chorar,
E desfazer-te em gratidão.

Mas nem suspiros e nem ais
O mal teu podem expiar:
  Só em Jesus há remissão
Para quem Nele confiar.

J. T. Houston

Jornal O Estandarte. 
Ano XXVII, Nº 16, São Paulo, 17 de Abril de 1919, p. 10.